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Jovens, brancos, ricos, educados: a tropa de elite que sustenta o tráfico
Usuário de entorpecentes vive em condições muito melhores do que a média da população Brasileira, revela perfil traçado pela FGV: chefe do estudo diz que drogas são “bens de luxo para a elite“.
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Essa é a chamada do jornal Destak de hoje, 24 de outubro de 2007.
Desculpe, senhor José Antonio Lima (jlima@destakjornal.com.br). Você não está dizendo nada novo, tampouco o senhor Marcelo Neri, que é o coordenador da pesquisa, em nome da FGV. Os senhores são dois fanfarrões.
Certamente, ambos não conhecem o dia-a-dia de uma periferia, não sabem que tipo de gente transita aqui. Certamente, tratam o jornalismo e a pesquisa, respectivamente, como auto-promoção. Usar uma chamada desse tipo nada mais é que oportunismo puro. Se estão em dúvidas sobre qual ramo de atividade comercial seguir, recomendo seriamente que peçam para sair das atuais. Charlatanismo e enganação, além de pegar carona nos hypes, não são bons indícios para quem quer seguir no ramo de jornalismo e/ou pesquisas.
Cidadões das periferias de todo o país sabem PERFEITAMENTE o perfil de quem vem ao encontro de drogas. Não é tão dificil encontrar um Audi A3 passando, um Golf GTi, uma BMW. Me parece, e pode ter certeza, é óbvio que quem consome droga tem poder aquisitivo. A regra da boca é clara: sem dinheiro, sem droga. Pegou fiado e não pagou? Morre. Simples como 2 e 2 são 4. Festas regadas a drogas e alcool são, excluindo festas financiadas pelo próprio tráfico, coisa de quem tem grana e para clipes de rap norte americano. Não existem, em condições normais, o tipo de orgia regada a entorpecentes que as pessoas as vezes cismam e acreditam existir normalmente. Exceto, claro, sob as condições acima descritas.
As vezes eu questiono o conteúdo de certos jornais, certas matérias, certas pesquisas ditas “científicas”. Porra, como é necessário fazer tal pesquisa, sendo que se você ficar aqui na minha janela por 2, 3 dias, você teria a mesma resposta? Não é preciso estudo, nem nada disso.
E desculpe a formalidade do texto aqui, mas pra falar de igual pra igual com quem se diz jornalista/pesquisador, é mais fácil ser um pouco mais cuidadoso com as palavras.
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E vamo toca o bonde pra frente que o bagulho é loco. Se pá logo mais vo chega ali no centro do bang pra faze uns corre e depois relato as fitas pá vocês ai, firmeza? ;)
Fui nessa, sou função!